“Os números não mentem”. Podem não ser bons, mas através deles sentimos a tragédia silenciosa porque passa o Brasil, com mortes injustificáveis cujo número supera guerras e revoluções.
Hoje, morrem no país, em média, no mínimo 130 mil pessoas/ano, de forma ‘evitável’: 42 mil no trânsito (Agência Brasil – 2012) (I); 52,1 mil vítimas de crimes/assaltos (Mapa da Violência 2013) (II); 30 mil crianças de ‘doenças da fome’ (BBC Brasil, dez.2013) (III), e, 10,3 mil pessoas/ano não reencontradas - 20% das 51,7 mil desaparecidas – (O Globo, jan.2012) (IV).
130 mil mortes/ano! Número maior que o de brasileiros mortos nos 6 anos da guerra do Paraguai (1865-70) - a pior tragédia do país – pois, mal preparados, perdemos 15 mil soldados/ano. Nos 46 anos (1961-2006) do governante Fidel Castro à frente da ditadura cubana, sejam torturadas ou fuziladas, morreram em média 350 pessoas/ano (Anistia Internacional). E, na ditadura Pinochet, no Chile (1973-90), estimam uma média de 2.500 mortos/ano.
Hoje, morrem no país, em média, no mínimo 130 mil pessoas/ano, de forma ‘evitável’: 42 mil no trânsito (Agência Brasil – 2012) (I); 52,1 mil vítimas de crimes/assaltos (Mapa da Violência 2013) (II); 30 mil crianças de ‘doenças da fome’ (BBC Brasil, dez.2013) (III), e, 10,3 mil pessoas/ano não reencontradas - 20% das 51,7 mil desaparecidas – (O Globo, jan.2012) (IV).
130 mil mortes/ano! Número maior que o de brasileiros mortos nos 6 anos da guerra do Paraguai (1865-70) - a pior tragédia do país – pois, mal preparados, perdemos 15 mil soldados/ano. Nos 46 anos (1961-2006) do governante Fidel Castro à frente da ditadura cubana, sejam torturadas ou fuziladas, morreram em média 350 pessoas/ano (Anistia Internacional). E, na ditadura Pinochet, no Chile (1973-90), estimam uma média de 2.500 mortos/ano.